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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Nova falha no Android deixa mais de 1 bilhão de usuários em risco

Chamada de Stagefright 2, vulnerabilidade foi descoberta pela empresa de segurança Zimperium. Solução chega em 5 de outubro, afirma Google.


Vulnerabilidades recém-descobertas na maneira como o Android processa arquivos de mídia podem permitir que invasores comprometam aparelhos ao enganar os usuários a visitarem páginas web maliciosas.

As falhas em questão podem levar à execução remota de código em quase todos os aparelhos que rodam Android, começando pela versão 1.0 do sistema (de 2008) até a mais recente 5.1.1, afirmam pesquisadores da empresa de segurança Zimperium em um novo relatório publicado nesta semana.

As falhas afetam a maneira como o Android processa os metadados de arquivos MP3 e MP4, e podem ser exploradas quando o sistema ou outro app que se baseia nas bibliotecas de mídia do Android abre o preview desses arquivos.

Os pesquisadores da Zimperium descobriram falhas de processamento multimídia há alguns meses em uma biblioteca Android chamada Stagefright que podia ser explorada ao se enviar simplesmente uma mensagem MMS maliciosa para aparelhos Android.

Essas falhas impulsionaram um esforço coordenado de soluções por parte das fabricantes de aparelhos que o engenheiro-chefe de segurança do Android, Adrian Ludwig, chamou de “o maior update único de software no mundo”. Também contribuiu para que Google, Samsung e LG se comprometessem a updates de segurança mensais a partir de então.

Uma das falhas recém-descobertas pela Zimperium fica localizada em uma biblioteca importante do Android chamada “libutills” e afeta quase todos os aparelhos rodando versões do Android anteriores ao Lollipop (5.0). A vulnerabilidade também pode ser explorada no Android Lollipop (5.0 – 5.1.1) ao se combinar com outro bug encontrado na biblioteca Stagefright.

Os pesquisadores da Zimperium se referem ao novo ataque como Stagefright 2.0 e acreditam que ele afeta mais de 1 bilhão de aparelhos.

Como o vetor de ataque anterior via MMS foi fechado nas versões mais recentes do Google Hangouts e outros apps de mensagens após a descoberta das falhas Stagefright anteriores, o método mais simples de explorar as novas vulnerabilidades é por meio de navegadores web, apontam os pesquisadores da Zimperium.

Os invasores podem enganar os usuários a visitarem sites que exploram a falha por meio de links em e-mails e mensagens instantâneas ou por meio de anúncios maliciosos exibidos em sites legítimos.

A Zimperium informou o Google sobre as falhas em 15 de agosto e planeja lançar um código de exploração como prova de conceito uma vez que a solução for liberada.

Essa solução será liberada no próximo dia 5 de outubro como parte do mais recente update de segurança mensal do Android, afirmou um representante do Google.

Vi No: IDG Now!

5 tecnologias reais da Nasa que estão no filme 'Perdido em Marte'

Dirigido por Ridley Scott, filme combina ficção científica com ciência de verdade. Confira algumas das tecnologias mostradas que já se tornaram realidade.


A ciência sempre encontra a ficção. Pois, imagine agora estar sozinho e isolado por mais de um ano - para uns a ideia até pode soar interessante. Mas agora imagine essas mesmas condições tendo Marte como cenário. 

Essa é a premissa para o filme "Perdido em Marte" (The Martian), ficção científica baseada no best-seller de Andy Weir e que estreia nesta quinta (1º), nos cinemas. 

O filme conta a história de um astronauta da Nasa, Mark Watney, que precisa improvisar com ferramentas e tecnologias que tem ao seu alcance até - e se - a agência espacial conseguir enviar uma outra nave para resgatá-lo. 

Ao abordar nosso planeta vizinho, "Perdido em Marte" combina ficção científica com ciência de verdade, tecnologia que a Nasa está trabalhando, além dos planos concretos da agência de enviar astronautas para o planeta vermelho em 2030.

Jim Adams, chefe de tecnologia adjunto da NASA, que leu o livro, disse que ficou impressionado com a forma que o autor representa a ciência e a sobrevivência em Marte. “Estimulou muito do meu pensamento sobre o que estamos fazendo e nossos planos de chegar com humanos em Marte a partir de 2030”, revelou. 

De acordo com os cientistas da Nasa, eles já estão desenvolvendo muitas das tecnologias que aparecem no filme. 

Bem, aqui vão algumas delas. 

1. O habitat


No filme, a casa do astronauta Watney é uma espécie de módulo de habitação, também conhecido como Hab. 

Trata-se de uma “casa” inflável que dá ao astronauta a proteção das condições extremas de Marte, mas também faz com ele se sinta conectado com a Terra e menos sozinho. 

No filme, ele não apenas come e dorme no Hab, como também o usa para começar sua própria plantação, assim como um laboratório de engenharia. 

“Eu não tenho como contactar a Nasa ou os meus colegas de equipe”, diz no filme. “E mesmo se eu conseguisse, levaria quatro anos para outra missão humana me alcançar. E eu estou no Hab desenhado para durar 31 dias, então em face das circunstâncias, eu só tenho uma opção: eu terei de fazer ciência com essa coisa aqui”.

O habit da Nasa

A Nasa está trabalhando não apenas naquele se tornará um habitat real para seus astronautas quando eles atingirem Marte. Eles também estão trabalhando em como construí-lo antes de humanos chegarem ao planeta vizinho. 

Parte da pesquisa da Nasa tem sido focada no que chamam de Pesquisa de Exploração Humana Análoga, chamada de HERA (Human Exploration Research Analog), que fica localizada no Johnson Space Center da própria Nasa. 

O HERA é uma espécie de redoma que permite a Nasa estudar como humanos possam reagir ao compartilharem os 148 metros cúbicos, simulando as condições do distante planeta. 

A Nasa também trabalha em robôs que possam ir para Marte antes de astronautas para construir o habitat e fontes que humanos possam precisar. 

De acordo com Jeff Sheehy, do Space Technology Mission Directorate da Nasa, alguns dos robôs usados em Marte serão máquinas autônomas.

“O sistema terá a habilidade de se administrar sozinho e detectar quando algo está fora do normal... e como trabalhar ao redor disso para consertá-lo”.

Muito foco no habitat é sobre o material com o qual será feito. “A questão que criou uma visão para mim foi onde nosso investimento em materiais está indo”, ele diz. “Se você leu o livro, muito depende da tenda e dos tecidos e sua capacidade de costurá-los. Ganhei uma nova visão para o que a NASA poderia estar fazendo com tecidos e como isso poderia nos permitir criar habitats”, disse o cientista.

2. Plantação 


Em uma cena de Perdido em Marte, o astronauta Mark Watney planta batatas em uma fazenda sustentável no modulo de habitação. 

O astronauta precisa descobrir uma forma de não morrer de fome. “Eu preciso descobrir como crescer comida suficiente para quatro anos aqui, em um planeta onde nada cresce”, diz. 

Esse é um desafio, mas ajuda o fato de que o astronauta é um botânico e um engenheiro mecânico. 

Para sobreviver, Watney descobre como plantar algumas batatas que levou para a missão.  

Bem, vale lembrar  que plantar no espaço já se tornou uma realidade. 

Para sobreviver em missões no espaço profundo, astronautas terão de plantar sua própria comida e a Nasa começou o trabalho descobrindo como cultivar no espaço. 

No início de agosto, a Nasa reportou que astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional plantaram e comeram alface. O alimento cresceu sem solo, usando um sistema de luzes a LED e uma base almofadada que continha sementes que os astronautas regavam.

As primeiras plantas que cresceram na estação espacial datam do ano passado, mas a equipe não as comeu. Ao invés disso, as plantas voltaram a Terra onde foram estudadas para garantir a segurança alimentar. 

3. Água?


No início desta semana, a Nasa revelou ter encontrado evidências de que o planeta vermelho abriga água em certos períodos do ano. Cientistas defendem que tais descobertas podem ajudar na colonização do planeta.

No filme, Watney toma a difícil e perigosa tarefa de queimar hidrazina para fazer água, porém ela é altamente tóxica e extremamente instável. 

A Nasa ressalta que na Estação Espacial, nada é desperdiçado. Suor, urina, água usada para escovar os dentes – tudo pode ser reciclado e se tornar água própria para consumo ao usar o Water Recovery System. 

Jeff Sheehy, da Space Technology Mission Directorate, disse que cientistas estão buscando como podem usar a água que pode ser encontrada em Marte.  

“Os elementos para fazer água já se encontram em Marte, então nós poderíamos fazer um processo químico para extraí-los e fazer água”, ele diz. “Em locais já explorados em Marte há evidência de água cristalizada no subsolo e evidências sugerem também de que há certa abundância de gelo nos pólos”. 

4. O que vestir: o spacesuit


Para explorar a superfície marciana, astronautas precisarão de seus próprios habitats individuais, ou em outras palavras, roupas especiais espaciais.  

No filme, o astronauta “perdido em marte” se mantém fora de seu abrigo para consertar seu veículo e mover equipamentos. Ele não conseguiria fazer nada disso sem usar o seu spacesuit. Como a Nasa ressaltou, o traje espacial precisa ser flexível, confortável e confiável. 

Já a Nasa  está desenvolvendo trajes que ajudar astronautas a terem mais liberdade de movimento enquanto os mantém seguros de certos elementos como areia enquanto oferecem oxigênio. O protótipo deste traje pode ser visto na imagem acima. 

E a agência espacial americana não é a única a trabalhar em trajes espaciais. Pesquisadores do MIT disseram no ano passado que estão trabalhando em um traje leve que poderia ser como uma segunda pele em comparação aos tradicionais trajes, feitos sob medida para os astronautas.

5. Rover


Se astronautas vão gastar um ano ou mais vivendo em Marte, eles precisarão de um veículo para transportá-los. 

Em Perdido em Marte,  Watney precisa fazer longas viagens no seu rover, até mesmo adicionando células solares e uma bateria adicional para melhorar a máquina. 

Sem um rover confiável, Watney não conseguiria viajar longe o suficiente para explorar e buscar uma forma de subsistência. 

Os rovers da Nasa têm sido uma parte fundamental da exploração do planeta vizinho, com o rover Opportunity explorando a região por mais de dez anos.

Mas vale ressaltar que por mais bem sucedidos que esses rovers têm sido, eles não foram feitos para transportar humanos e oferecer proteção necessária. 

Jim Adams, cientista da NASA disse que engenheiros estão trabalhando na tecnologia que astronautas podem precisar para um veículo motorizado quando humanos de fato chegarem a Marte. 

“A ideia é que algum dia tenhamos um modo de habitação sob rodas”, disse. 

Vi No: IDG Now!

Netflix anuncia botão que permite pedir comida e apagar as luzes

Empresa lança tutorial para criação do Netflix Switch, botão inteligente que visa criar o clima perfeito para assistir filmes do serviço de streaming.


O Netflix quer simplificar o seu ritual para assistir filmes por streaming com um botão físico, mas apenas se você se sentir confortável com eletrônicos e códigos. 

Como parte da World Maker Faire 2015, realizado na semana passada, o Netflix introduziu o que ele chama de “The Switch”. Basicamente é um botão que consegue desligar as luzes, pedir comida, ligar a televisão e acessar o Netflix e tudo ao mesmo tempo.

Por mais útil que isso possa parecer, não é algo que você simplesmente possa comprar e operar logo que tirar da caixa. Primeiro, você precisará comprar um microcontrolador programável como o Particle Core, assim como o botão no estilo arcade, um transmissor IR e uma série de outros componentes. Você também deve criar a caixa que envolve toda a tecnologia, como uma caixa de madeira para abrigar o botão. 

E mais, você deverá adaptar o código-fonte do Netflix para trabalhar com sua televisão e iluminação inteligente. Esse processo se torna ainda mais complicado se você não tiver uma televisão compatível com o Netflix, com um botão remoto dedicado para lançar o serviço de streaming de vídeo. 

Em outras palavras, há um considerável esforço envolvido aqui, mas pode te poupar de algum tempo a longo prazo ao conectar simultaneamente a televisão (via IR) e conectá-la com alguns produtos inteligentes para a casa (através de rede Wi-Fi). E de qualquer forma, seus convidados ficarão impressionadas. 

Por que isso importa

Enquanto é bem provável que o The Switch esteja além das habilidades técnicas da maioria das pessoas, é de certa forma encorajador que o Netflix esteja abraçando a comunidade de programadores. A companhia já lançou alguns hacks interessantes no passado, como uma forma automática de pausar o vídeo quando detectar que o usuário possa ter cochilado – mas evitou lançar ao grande público.

Nós podemos esperar então, no mínimo, que o botão seja um sinal de mais experimentação por vir.

Vi No: IDG Now!

Tradutor em tempo real Skype Translator é lançado oficialmente

Inicialmente, serviço terá suporte para apenas seis idiomas nas ligações de voz e vídeo. Botão especial aparece no aplicativo após update da Microsoft.

Lançado originalmente como um app preview separado para o Windows 8 há cerca de um ano, o Skype Translator agora está sendo integrado diretamente à versão desktop do aplicativo de comunicação da Microsoft.

Assim, os usuários do Skype no Windows 7, Windows 8 e Windows 10 poderão usar o tradutor em tempo real diretamente na versão desktop do aplicativo em seus respectivos computadores.

Inicialmente, o aplicativo terá suporte para seis idiomas: inglês, francês, alemão, italiano, mandarim e espanhol – ou seja, nada de português por enquanto.

De acordo com a Microsoft, nas próximas semanas será liberada uma atualização para o app desktop do Skype para Windows. Feito o update, aparecerá um botão de tradução dentro das conversas por áudio ou vídeo.

Para quem quer apenas tradução em tempo real para mensagens instantâneas, o número de idiomas suportados dispara para 50 no total.

Além disso, vale notar que, por enquanto, o Skype Translator só aparece como recurso embutido do Skype nessas versões do Windows. Nada de Mac no momento.



Vi No: IDG Now!

Facebook vai liberar vídeos curtos em 'looping' nas fotos de perfil

Vídeos terão até 7 segundos e serão exibidos continuamente, como GIFs. Usuários poderão ainda criar imagens de exibição temporárias.

Vídeos curtos e exibidos como GIF poderão substituir fotos em imagens de exibição de perfil no Facebook. (Foto: Divulgação/Facebook)
Os usuários do Facebook poderão usar vídeos como foto de exibição dos perfis, informou a rede social nesta quarta-feira (30) em meio a um conjunto de alterações nas contas.

Os vídeos curtos serão exibidos continuamente, como GIFs, a todos que visitarem um perfil. Segundo o site, essas páginas são vistas quatro bilhões de vezes por dia. Os vídeos poderão durar até sete segundos.

Para mostrar que as fotos estáticas não são passado, o Facebook anunciou algumas opções. Os usuários poderão incluir imagens de exibição que durem por um período específico, como sete dias.

“Pode ser um atualização visual para seus amigos saberem o que está acontecendo na sua vida hoje ou pode ser uma demonstração de solidariedade por uma causa pela qual você se afeiçoe”, explicaram Aigerim Shorman e Tony Hsieh, gerentes de produto do Facebook, em nota.

As imagens de exibição também passarão a ser maiores e centralizadas nas versões da rede social para celulares e tablets.
Além disso, será possível escolher em quais lugares cada informação do perfil ficará quando alguém fizer uma visita.

O Facebook iniciou o teste dessas novidades. Os primeiros a experimentá-las são donos de iPhones do Reino Unido e do estado da Califórnia (EUA).

Vi No: G1

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Google quer ser núcleo de toda tecnologia adquirida

A empresa está expandindo seus negócios para todos os ramos possíveis, de smartphones a termostatos

O Google lançou simultaneamente na terça-feira (29/9) dois smartphones: o Nexus 5X, com tela de 5.2 polegadas e produzido pela LG, e o Nexus 6P da Huawei, com tela de 5,7 polegadas, bem como duas novas versões para o seu dispositivo de streaming Chromecast e o híbrido Pixel C.

O modelo Nexus 5X de 16 GB custará US$ 379, enquanto o Nexus 6P de 32 GB custará US$ 499, o mesmo preço do tablet Pixel C no modelo de 32 GB. O dispositivo possui um teclado desmontável vendido à parte por US$ 149.

Os novos Nexus irão trabalhar com o Project Fi, o projeto experimental de operadora wireless da companhia. As versões do OS Android que rodam nos aparelhos não foram alteradas e foram desenvolvidos para ilustrar a visão completa do Google para o software, ou como definiu o vice-presidente para Android, David Bruke, "Nexus é o Android como o projetamos".

Dessa forma, a empresa espera que desenvolvedores de aplicativos possam ampliar seu escopo para criar novos apps.

Com relação ao Chormecast, a empresa apresentou uma versão atualizada do dispositivo, bem como um novo aparelho desenvolvido especificamente para streaming de áudio e que funciona com aplicativos incluindo Spotify, Pandora e Google Play Music em qualquer sistema de som com fone de ouvidos. "Podemos pegar o seu sistema de som e torná-lo inteligente", disse na ocasião Rishi Chandra, líder de produtos para o Chromecast.

Ambicioso?
Toda essa nova gama de dispositivos disponíveis mostra a ambição da empresa: ser o núcleo de todas as escolhas dos consumidores. Ou seja, quer ele escolha um smartphone, ou um notebook, ou um tablet, ou até mesmo quando for assistir televisão, em todas as possibilidades o Google estará lá.

Essa abertura no leque também ficou clara quando a empresa, que tem como origem as buscas, se tornou a Alphabet, uma companhia que vende de tudo um pouco, de notebooks a termostatos.

Vale ressaltar que o sistema operacional Android, utilizado tanto em smartphones quanto tablets, é fornecido gratuitamente aos fabricantes - e está disponível agora em mais de 80% dos celulares no mundo. 

Vi No: IT Forum 365

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Nova tecnologia cria janela ‘smart’ que bloqueia 80% do calor e da luz

Com o verão brasileiro chegando, é comum começar a se preocupar com a onda de calor que deve se aproximar das regiões centro-oeste, sul e sudeste do país. Mas, e se você pudesse ter uma janela que deixasse passar a luz do sol, mas deixasse o calor do lado de fora? Essa é a proposta de um material desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, que usa nanocristais para controlar a intensidade e direção dos raios de sol que passam por um vidro especial. 

Veja como a tecnologia funciona.

Material desenvolvido pela Universidade do Texas funciona como filtro para luz e calor (Foto: Divulgação/ACS Publications)
Os pesquisadores usam um sistema de dupla-camada de nanocristais responsáveis por filtrar a luz que passa pela janela. A parte externa facilita a passagem da luz visível, enquanto a segunda bloqueia unicamente a luz infravermelha, que transporta maior quantidade de calor. Para isso, o material utiliza uma espécie de choque na luz para separar as diferentes frequências e, assim, permitir somente a entrada de luz “fria”. Os criadores chamam a invenção de eletrocrômico – algo como cor eletrificada.

O desenvolvimento do material foi divulgado pela primeira vez em 2013, mas agora recebeu uma melhoria que já o permite ser aplicado em janelas como uma película. Com isso, também ganhou uma capacidade reversa que pode ser aplicada em locais de clima frio: no lugar do bloqueio de calor, janelas revestidas de nanocristais poderiam deixar a luz para fora e o máximo de calor para dentro do ambiente, operando como um aquecedor natural. Segundo os pesquisadores, o rendimento pode chegar a até 80% de bloqueio da luz visível, ou 90% do calor proveniente de infravermelho.

O líder da equipe de pesquisa, Delia Milliron, acredita que sua invenção já é capaz de atender a demandas de preço e produtividade necessárias para entrar em comercialização, mas ainda não é previsão para que as películas de nanocristais sejam disponibilizadas no mercado.

Vi No: TechTudo

Apple libera iOS 9.0.1 para corrigir falhas e sem novos emojis

Update do iOS 9 chega a aparelhos 8 dias após novo sistema ser liberado. Atualização resolve problema que travava dispositivos após instalação.

iOS 9, novo sistema operacional de iPhones e iPads, é apresentado pela Apple pelo vice-presidente de Software e Engenharia, Craig Federighi. (Foto: Divulgação/Apple)
A Apple liberou nesta quinta-feira (24) uma atualização do iOS 9 apenas oito dias depois de liberar o novo sistema operacional para dispositivos móveis.

O iOS 9.0.1 chega a iPhones, iPads e iPods touch para corrigir uma série de falhas que comprometiam a segurança e privacidade dos usuários, além de consertar erros presentes em serviços da empresa.

Dada a urgência para sanar as falhas, a atualização suprime novidades destinadas a agradar os usuários, como os novos emojis. As novas imagens animadas estavam na prévia do iOS 9.0.1 liberada para desenvolvedores. Entre os novos emojis estavam as de "dedo do meio", unicórnio e burritos.

O pacote de 24,8 MB corrige um dos principais bugs apontados pelos usuários. Após atualizarem para o iOS 9, alguns aparelhos simplesmente não completavam o processo de configuração e travavam.

A solução era resetar os dispositivos e com isso retornar às configurações iniciais, o que apagava arquivos pessoais como fotos, vídeos e outros documentos. Caso não quisessem perdem esses registros, os usuários deveriam esperar um update que corrigisse a falha.

O iOS 9.0.1 soluciona outros problemas enfrentados pelos usuários. Alguns deles perdiam dados celulares por terem personalizado as configurações APN, destinada à conexão do aparelho com as redes de celular 2G, 3G e 4G.

Muita gente perdeu a hora depois de instalar o iOS 9, já que alarmes e timers falhavam. Os aplicativos do navegador Safari e do Fotos distorciam a imagem de um vídeo quando pausado.

Conheça o robô 'mais humano' já feito

Érica, capaz de descrever trama de seu filme favorito; veja outros exemplos de robôs pioneiros no Japão, como o 'instrutor de ginástica' para idosos.

O robô 'mais humano' já feito (Foto: Reprodução/BBC)
A BBC foi o Japão para conhecer os pioneiros da revolução dos robôs. Clique aqui para assistir ao vídeo da reportagem.

A tecnologia de ponta inclui androides parecidos com seres humanos e um pequeno robô que trabalha como instrutor de ginástica em uma casa de repouso.

As novas descobertas incluem também exoesqueletos que podem fazer amputados e deficientes voltarem a andar.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

iOS 9 chega a 18% de iPhones, iPads e iPods touch

Novo sistema de iPhones e iPads melhora Siri, Maps, Notes e o Apple Pay. Versões anteriores ao iOS 8 ainda rodam em 8,7% dos aparelhos da Apple.

Novo sistema de iPhones e iPads melhora Siri, Maps, Notes e o Apple Pay. Versões anteriores ao iOS 8 ainda rodam em 8,7% dos aparelhos da Apple.
O iOS 9, novo sistema operacional da Apple para dispositivos móveis, chegou nesta sexta-feira (18) a ser instalado em 18,8% de iPhones, iPads e iPods touch, segundo informações da consultoria Mix Panel.

Lançado pela Apple nesta quarta-feira (16), o iOS 9 funciona em iPhoones partir do modelo 4s e nos tablets a partir do iPad 2.

Com o avanço do iOS 9, o nível dos aparelhos equipados com a versão anterior do sistema, o iOS 8, baixou a 72%. Versões mais antigas ainda estão presentes em 8,7% dos aparelhos da Apple.

Para acompanhar a nova atualização de seu sistema operacional, a Apple também estreou na Google Play, com seu primeiro aplicativo para Android, o “Move to iOS”. O serviço, que funciona para facilitar a vida de usuários do Android que queiram migrar para iPhones e iPads, não foi bem recebido e virou alvo de piadas e críticas de donos dos celulares que rodam o sistema do Google.

Veja abaixo algumas das principais atualizações no novo sistema operacional:

Siri
Uma das novidades do iOS 9 é a Siri, que estará mais integrada a todos os outros recursos do sistema. Ela não apenas responderá solicitações, mas também fará sugestões. Por exemplo: caso o usuário receba um convite via e-mail, a Siri irá incluí-lo no calendário, enviar um lembrete quando o horário do compromisso estiver se aproximando e até sugerir rotas de trânsito. As melhorias parecem deixar a Siri mais parecida com o Google Now, do Google.

O novo sistema de identificação irá mostrar quem estiver fazendo uma ligação telefônica de um número que não estiver na agenda, mas cujo telefone já apareceu em algum e-mail. O Spotlight, que exibe elementos dentro do aparelho, dará dicas do que ver baseado em indicações da Siri.

Serão sugestões de aplicativos para baixar ou lugares próximos aonde ir, por exemplo.

O vice-presidente de Software e Engenharia da Apple, Craig Federigh, garante que todas essas operações ficam armazenadas apenas no aparelho. Ou seja, não são relacionadas com o Apple ID ou associadas com a identidade do usuário.

Notes, Maps...
O Notes foi melhorado para permitir desenhos e anotações feitas com os dedos sobre a tela sensível ao toque. O aplicativo passará a receber conteúdo diretamente do Safari, Maps e outras ferramentas.

O Maps passará a exibir o trânsito e as opções de transporte de uma região. Se o usuário estiver em uma estação de trem, o aplicativo mostrará quais linhas passarão por lá e os horários. Essa função será liberada por ora para cidades selecionadas, como Nova York e San Francisco (EUA) e Shenzen (China).

News
Além dos aplicativos tradicionais, a Apple criou um novo. O News é um sistema para que veículos de mídia publiquem seus conteúdos diretamente nas plataformas da Apple. Esse serviço é similar ao Articles, do Facebook. Além de fotos, textos, vídeos e áudios, será possível incluir animações no News.

News, novo serviço de publicação de conteúdo noticioso da Apple. (Foto: Divulgação/Apple)
Apple Pay
No iOS 9, o sistema de pagamento Apple Pay agora poderá armazenar cartões de presente e cartões próprios de lojas de varejo. A evolução do serviço fez a Apple acabar com o aplicativo Passport, que dará lugar ao Wallet, que reunirá, além de tíquetes e ingressos, cartões de crédito e de débito. O Apple Pay, que já é suportado por 200 bancos e usado por 5 milhões de clientes, chegará ao Reino Unido em julho.

Multitarefa no iPad
O iOS 9 levará um caráter multitarefa ao iPad. Quando estiver deitado, o aparelho poderá exibir na tela dois aplicativos simultaneamente. Por isso, ao mesmo tempo em que estiver navegando na internet com o Safari, o usuário poderá enviar mensagens. A divisão da tela ficará ao gosto do usuário. Será possível também que os dois aplicativos respondam a toques.

Com isso, será possível ver um jogo de basquete em um aplicativo de streaming, como o WatchESPN, por exemplo, enquanto se envia um e-mail. Essa melhoria sairá para iPad air, iPad 2, ipad mini 2 e iPad mini.

iOS 9, novo sistema operacional para dispositivos móveis da Apple, dará caráter multitarefa aos iPads. (Foto: Divulgação/Apple)

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Sony diz que censura dificulta vendas do PlayStation 4 na China

Vendas começaram em março, após terminar restrição que durava 14 anos. Censura de Pequim limita número de jogos disponíveis no país.

PlayStation 4 é um dos destaques da TGS 2013 (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)
O chefe da divisão de jogos da Sony afirmou que as vendas do PlayStation 4 na China estão sendo dificultadas pelas regras restritivas de censura, mostrando que o país permanece um mercado difícil mesmo após ter acabado com o veto a videogames estrangeiros em 2014.

"Nós ainda somos desafiados de alguma maneira pelo regime de censura com que temos que trabalhar. Isso pode consumir muito tempo", disse o presidente-executivo da Sony Computer Entertainment, Andrew House, em uma entrevista nesta quinta-feira. "O desafio é trabalhar com as limitações dessa censura."

A Sony começou a vender o PlayStation 4 na China em março, após o fim de uma restrição que durava 14 anos, mas a dura censura de Pequim tem limitado o número de jogos disponíveis para o console no país.

A companhia vendeu cerca de 25 milhões de unidades do console desde o lançamento no final de 2013, quase o dobro das vendas do Xbox One, da Microsoft, segundo a empresa de pesquisa de mercado VGChartz.

House falou durante a Tokyo Game Show. Um dia antes, a Sony cortou os preços do PS4 na Ásia em um esforço para fomentar as vendas.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Documentário revela lado obscuro de Steve Jobs, fundador da Apple

Criticado por colegas de Jobs, 'O Homem na Máquina', de Alex Gibney, faz retrato 'humano' pouco lisonjeador de magnata da informática.

Steve Jobs em cena do documentário 'Steve Jobs: The man in the machine' (Foto: Reprodução/Trailer)
O que levou milhares de pessoas em todo o mundo a demonstrar pesar pela morte de Steve Jobs, fundador da Apple, no fim de 2011? Foi por causa do carisma de um dos ícones do Vale do Silício? Foi uma maneira de agradecer ao homem que criou produtos inovadores como o iPod, o iPhone e o iPad?

Essas são algumas das perguntas que Alex Gibney, ganhador de um Oscar em 2008, tenta responder com o documentário Steve Jobs: The Man in the Machine ("Steve Jobs: O Homem na Máquina" em tradução livre), que chegou há alguns dias aos cinemas dos Estados Unidos.

Gibney já havia feito um documentário sobre a igreja da Cientologia no início do ano. Agora ele tenta desmistificar e humanizar a figura de Jobs – considerado um visionário do marketing e dos negócios, conhecido por seu caráter despótico e por manter relações pessoais complicadas.

A estreia de "O Homem na Máquina" coincidiu com a exibição de um outro filme sobre Jobs em um festival de cinema em Telluride, no Colorado. O filme Steve Jobs é dirigido pelo britânico Danny Boyle e baseado em parte na biografia do fundador da Apple, escrita em 2011 por Walter Isaacson.

O longa de Boyle, estrelado por Michael Fassbender, também mostra aspectos pouco conhecidos da vida pessoal de Jobs, e contou com a colaboração de Steve Wozniak, cofundador da Apple.

Já no caso do filme de Gibney, nenhum dos dirigentes atuais da companhia aceitou dar entrevistas. Eddy Cue, vice-presidente da Apple Internet, chegou a dizer: se trata de um retrato "miserável e inexato de meu amigo". "Esse não é Steve Jobs que conheci", disse Cue no Twitter.

Lisa
Um dos episódios mais polêmicos do documentário envolve o reconhecimento de paternidade da filha do empresário, Lisa. Jobs e sua filha até então não reconhecida se aproximaram após muita disputa.

Ela foi fruto do relacionamento de Jobs com Chrisann Brennan – mas o relacionamento foi rompido antes do nascimento de Lisa em 1978. Durante anos, o milionário se recusou a reconhecer a paternidade e até colocou em dúvida um exame de DNA. Ele pagava apenas uma pensão de algumas centenas de dólares.

Com o tempo, ele se aproximou da jovem e ela adotou seu sobrenome. E o documentário deixa claro que a vida pessoal não foi o única parte complicada da vida de Jobs. O trato com os funcionários da Apple era difícil devido ao seu temperamento forte e à obsessão de Jobs por controlar os mínimos detalhes.

Bob Belleville, diretor de engenharia para Macintosh nos anos 80, conta no filme como teve a relação com a mulher e os filhos dissolvida pelas exigências de Jobs. O documentário também coloca em foco a discrepância entre a imagem que Jobs vendia da Apple – assegurando que a empresa queria "fazer um mundo melhor" – e as penosas condições sob as quais se fabricavam alguns dos produtos da companhia.

O caso mais conhecido é o da empresa chinesa Foxconn, encarregada de produzir o iPhone e o iPad. Em um período de dois anos, 18 de seus funcionários cometeram suicídio. Segundo o documentário, Jobs não teria perdido o sono com isso.

O senso de ética do fundador da Apple também cai em contradição quando são expostos esquemas financeiros destinados à evasão fiscal - como a criação de empresas de fachada na Irlanda. E quando ele foi investigado pelas autoridades em 2006 pela suposta alteração de documentos para aumentar o valor de opções sobre ações outorgadas pela Apple, que acabou apontando o dedo a um dos subordinados de Jobs.

O documentário também relata a disputa de Jobs com a publicação tecnológica Gizmodo, que teve acesso, em 2010, a um dos modelos de iPhone que ainda não havia sido lançado. O aparelho havia sido esquecido por um funcionário da Apple em um bar.

A Gizmodo examinou e fotografou o telefone antes de devolvê-lo à Apple – o que enfureceu Jobs e executivos da empresa. Segundo o filme, isso pode ter estado por trás da operação de busca realizada pela polícia na casa do editor da publicação.

Retrato justo ou injusto?
Gibney disse que não pretendia pintar Jobs como um vilão. "Não há dúvida de que se trata de uma visão mais crítica de Jobs e de sua vida do que estamos acostumados", disse Mikey Campbell, editor da publicação Apple Insider.

"É sabido que Jobs tratava a Apple e a seus produtos com se fossem seus filhos e o resto não parecia muito importante", disse. "Não acredito que Gibney apresente um retrato injusto de Jobs".

Segundo Pamela McClintock, jornalista da revista The Hollywood Reporter, a estreia do filme e do documentário mostram que ainda há muito interesse na figura de Jobs. "É provável que muitos espectadores assistam tanto ao filme quanto ao documentário para ter uma ideia mais completa da figura de Jobs", afirmou.

Apenas o tempo dirá se as revelações de O Homem da Máquina afetarão a imagem de um homem e de uma empresa que tiveram papel-chave na revolução tecnológica do século 21.


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Y50 da Lenovo é o notebook para os aficionados por games


Se você é viciado em jogos, o novo notebook da Lenovo pode chamar a sua atenção. Chamado de Y50, o gadget tem uma placa de vídeo dedicada. Ela é a GeForce GTX 960M com 4 GB de memória. Além disso, a tela de 15,6 polegadas tem resolução ultra HD 4K de 3.840 x 2.160 pixels. Outros destaques interessantes do Y50 são sua memória RAM de 16 GB e o HD de 1TB.

O processador é um Intel i7 de 3,6 GHz. Segundo a empresa, mesmo com toda esta potência, a bateria do aparelho aguenta até cinco horas fora da tomada. A única ressalva relacionada ao produto é seu preço: 10.999 reais. No entanto, o valor era esperado já que o gadget tem configurações avançadas e é voltado para um público específico. O Y50 já vem com o Windows 8.1 e terá upgrade para Windows 10 sem custos adicionais. Ele está disponível na loja virtual da marca.

Vi No: Exame

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Netflix nos EUA aposta em material original e decide abrir mão de milhares de filmes

Empresa encerrou contrato com distribuidora e vários blockbusters passarão para catálogo de empresa rival.


Milhares de filmes serão removidos do Netflix nos Estados Unidos depois que o serviço de streaming decidiu não renovar um acordo com a distribuidora Epix. Entre os filmes que serão removidos estão Jogos Vorazes e Transformers.

O Netflix, que tem mais de 60 milhões de assinantes no mundo, afirmou que queria focar em conteúdo exclusivo.

O Hulu, concorrente do Netflix, vai ficar com o catálogo da Epix. "Nosso assinantes tem pedido mais filmes e, mais recentemente, filmes maiores", diz o Hulu. "Nós ouvimos. Por meio desse acordo com a Epix, com orgulho oferecemos agora uma enorme seleção dos maiores blockbusters e filmes premium."

O acordo com Netflix com a Epix, avaliado em US$ 1 bi (cerca de R$ 3,6 bi), vai até o final de setembro, quando os filmes irão desaparecer do catálogo do serviço. O chefe de conteúdo do Netflix, Ted Sarandos, afirmou que "apesar de muitos desses filmes serem populares, eles também estão disponíveis na TV à cabo e outras plataformas por assinatura, sujeitos aos mesmos longos períodos de licença".

Sarandos disse que o Netflilx aposta em diversas produções exclusivas que serão lançadas em breve, entre elas, novos trabalhos de Ricky Gervais, Idris Elba e Adam Sandler, e um documentário sobre o guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards.

Decisão de dados
À medida que a competição entre serviços de vídeo por demanda se intensificam, a decisão do Netflix pode parecer um passo inusitado. Mas o analista Jim Nail diz acreditar que a empresa está fazendo uma aposta calculada.

O Netflix está investindo em conteúdo original, como um novo trabalho de Ricky Gervais "O Netflix é uma empresa muito esperta com dados", disse ele à BBC. "Eles não tomaram essa decisão sem ver quantas pessoas estavam assistindo esses filmes."

Ele disse que o Netflix estava se posicionando como um serviço de luxo, com oferta de alta qualidade em vez de quantidade. "Eles não estão tentando agradar todo mundo. Estão agradando as pessoas que querem conteúdo premium. E isso não significa os EUA inteiro", diz. Globalmente, o Netflix enfrenta disputas semelhantes.

No Reino Unido, seu catálogo de filmes, que é diferente do dos EUA, está ameaçado devido a acordos entre distribuidoras e o conglomerado de mídia Sky, que tem seu próprio serviço de oferta sob demanda, o Now TV.

Disputa
Além de assinar acordos para distribuição de conteúdo, serviços de oferta de vídeo sob demanda também estão investindo pesado em criar conteúdo original. A plataforma é vista por parte da indústria como uma boa alternativa a processos de contratação e prioridades dos estúdios e TVs a cabos estabelecidas.

A abordagem está rendendo dividendos. No Emmy deste ano, o Netflix obteve 34 indicações, enquanto a Amazon teve 12. O Yahoo, um concorrente menor, recebeu uma indicação por Community, comédia que tinha sido cancelada pela rede americana NBC.

Segundo Nail, o alcance e sucesso da programação dos serviços sob demanda e a decisão do Netflix mostram que nenhuma empresa poderá dominar o mercado.

"O Netflix está pensando sobre o papel que quer ter no consumo de vídeos de seu público, em vez de pensar que ele podem monopolizar o consumo de vídeos. Acho que estão fazendo uma aposta - e eles já fizeram apostas calculadas no passado."

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Conheça o dispositivo que irá acabar com os afogamentos

Um dispositivo de segurança que funciona como um airbag na água pode ajudar a evitar muitas mortes por afogamentos em piscinas, rios e no mar, de acordo com seus idealizadores. O projeto busca financiamento coletivo no site Indiegogo.


Trata-se de uma boia vestível, chamada Kingii, que fica guardada em um pequeno compartimento, acoplado ao pulso como se fosse um relógio. O equipamento possui uma alavanca que pode ser acionada pela pessoa em perigo. Um cartucho interno de C02 infla um saco plástico que, imediatamente, puxa a pessoa para a superfície para evitar que o pior aconteça. Dessa forma, a cabeça e a mão da pessoa em apuros “voam” para a superfície.

O Kingii ainda conta com um apito e uma bússola. A boia pode ser usada novamente com a inserção de um novo cartucho de CO2. Vale lembrar que a invenção não serve para todas as situações de emergência. Obviamente, a pessoa precisa estar consciente para acionar a alavanca da boia e em águas pouco profundas e agitadas.

A página da campanha no Indiegogo esclarece que o produto foi pensado para atividades como “natação, surfe, mergulho, pesca ou stand up paddle”. A campanha de financiamento coletivo já levantou quase US$ 600 mil, uma meta muito superior à inicial, de US$ 65 mil. A expectativa é de que a produção do Kingii comece ainda neste ano. De acordo com uma tabela de preços no Indiegogo, para adquirir o produto no Brasil e mais dois cartuchos de CO2, o preço é de US$ 94 (R$ 330) , incluindo o custo de envio.

Confira tudo no vídeo abaixo:


Vi no: Seu History

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

NASA lança concurso para criar aplicativo para astronautas

A NASA anunciou um concurso para desenvolvedores de aplicativos criarem um app para ser usado pelos astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).


O objetivo do concurso não é para fazer jogos para fazer os astronautas passarem o tempo, e sim para auxiliar na organização e segurança.

O app precisa de um timer e de uma maneira de mostrar a agenda de cada dia, além de mandar alertas em caso de perigo, como por exemplo se os astronautas precisarem se proteger em caso de lixo espacial. O aplicativo também deve emitir alerta para que eles saibam quando a ISS está em uma posição que pode se comunicar com a base na Terra.

Quem tiver interesse em participar, deve garantir que o app seja compatível com o smartwatch Samsung Gear 2 e apresentar as ideias como imagens, destacando o design, navegação, interação, layout, visual, etc.

Ainda restam cerca de 4 semanas para participar do concurso no site Freelancer.com e concorrer ao prêmio de US$ 1.500.

Vi No: Jovem Nerd

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Novo algoritmo do Google castigará páginas de anticiência e teorias conspiratórias

Atualmente, o buscador do Google classifica os websites de acordo com a sua popularidade, nos quais se encontraram, principalmente, sites de fofocas sobre famosos e teorias conspiratórias. No entanto, isso está prestes a mudar à medida que a empresa está desenvolvendo um programa para que os sites sejam encontrados segundo a sua veracidade e serão ordenados de acordo com o ranking.

Créditos da Imagem: Lightpoet/Shutterstock.

O cientista Hal Hodson, da NewScientist, explica que o software funciona acessando o banco de dados dos websites, o que, por acordo unânime, sejam considerados razoáveis e, portanto, estejam localizados no topo dos resultados, enquanto que as páginas que contêm informações contraditórias serão posicionadas no fim.

Anthony Watts, fundador do website Watts Up With That, disse durante uma entrevista à Fox News, que a sua situação é preocupante porque a maioria de seu tráfego é gerado pelo Google.

Lite é o nome do novo algoritmo, no qual já está em andamento, que estabelece um ranking de veracidade baseado no conhecimento, para que os resultados sejam priorizados com base em informação médica. Agora, os médicos e especialistas em medicina veterinária terão prioridade nessa busca. De outra forma, a propaganda antivacina não aparecerá nos primeiros resultados de busca pelo termo “sarampo”, por exemplo.


quinta-feira, 30 de julho de 2015

'Gryphon Knight Epic', game brasileiro de SC, será lançado em 20 de agosto

Game da Cyber Rhino terá versões para PC, Mac e Linux via Steam.
Jogo de tiro levantou US$ 18 mil em site de financiamento coletivo em 2014.

'Gryphon Knight Epic', game desenvolvido em Santa Catarina, será lançado para PC em 20 de agosto (Foto: Divulgação/Cyber Rhino)
O game "Gryphon Knight Epic", do estúdio Cyber Rhino, de Santa Catarina, será lançado para PC, Mac e Linux via loja online Steam em 20 de agosto. Veja aqui. O jogo foi viabilizado no ano passado após recolher US$ 18 mil no site de financiamento coletivo Kickstarter.

"Gryphon Knight" é um jogo do gênero "shoot'em up", popularmente conhecido no Brasil como "game de navinha". De visual retrô, ele coloca o jogador na pele de um cavaleiro medieval que voa em seu grifo e deve lutar contra monstros diversos.

Jogos "shoot'em up", como os clássicos "Space Invaders", "Galaga", "R-Type", "Ikaruga" e "DonPachi", são muito populares, e o estúdio catarinense acredita que "Gryphon Knight" tem o seu diferencial: uma grande diversidade de armas e habilidades usados pelo personagem; fases com diferentes caminhos, que permitem a exploração dos cenários em busca de segredos; e um nível de dificuldade "para quem é gamer".

"Escolhemos este gênero pois ele já tem uma mecânica mais consolidada no mercado. Diferenciamos o gênero pelo tema, que é o medieval, e usamos algumas mecânicas inéditas. É um jogo fácil de aprender e divertido de jogar", explicou Sandro Tomasetti, designer do game, ao G1, em julho de 2014.

"Nós quatro gostamos do tema medieval e por isso escolhemos um personagem que é um cavaleiro que anda em um grifo. Usamos elementos de exploração, melhorias do herói para dar ao jogador a sensação de que ele é o cavaleiro e não uma nave".

App do Google passa a traduzir texto de imagem para 27 idiomas

'Google Tradutor' traduz texto automaticamente sem precisar de internet.
Brasileiro é o criador do recurso que faz computador 'pensar' como cérebro.

Função do 'Google Tradutor' converte texto de imagens para 27 idiomas automaticamente e sem precisar de conexão à internet. (Foto: Divulgação/Google)

Se antes o aplicativo para smartphone “Google Tradutor” era capaz de traduzir imagens entre sete idiomas, a partir desta quarta-feira (29) passará a verter frases entre 27 línguas. Tudo isso sem precisar de internet.

A leitura de imagem é feita automaticamente e sem conexão à internet ou consumo do pacote de dados. Os brasileiros são os principais usuários do Tradutor, afirmou ao G1 a gerente do serviço, Julie Cattiau (veja o vídeo abaixo). Ela explicou que o serviço é um dos mais “internacionais” do Google, já que 95% do tráfego gerado por ele é de fora dos Estados Unidos.

O português já era uma das línguas contempladas para essa função, além do inglês, francês, alemão, italiano, russo e espanhol. Agora, o app passará a também fazer traduções de imagens a partir do búlgaro, catalão, croata, tcheco, dinamarquês, holandês, filipino, finlandês, húngaro, indonésio, lituano, norueguês, polonês, romeno, eslovaco, sueco, turco e ucraniano, hindi e tailandês. Cada língua é incluída por meio de um pacote baixado para o app é que pesa 2 MB. A tradução não é perfeita, mas quebra um galho, principalmente em apertos durante viagens internacionais.

Otávio Good, engenheiro do Google responsável pela tradução simultânea de imagens do aplicativo 'Google Tradutor'. (Foto: Divulgação/Google)
Otávio Good, engenheiro do Google responsável
tradução simultânea de imagens do aplicativo
'Google Tradutor'. (Foto: Divulgação/Google)
A possibilidade de apontar o celular para uma imagem e ver o texto escrito nela ser traduzido simultaneamente de um idioma para outro foi incluído no app do Tradutor em janeiro deste ano (basta clicar no ícone de fotografia dentro do app). Isso só foi possível após o Google ter comprado a empresa de um brasileiro. Após a aquisição da Quest Visual, responsável pelo Word Lens, Otávio Good passou a ser engenheiro do serviço.

Segundo Good, as línguas incluídas foram escolhidas de acordo com o volume de usuários que o serviço possuía nos países falantes do idioma. “Além disso, para a câmera de um computador, é mais difícil de reconhecer chinês do que é para reconhecer português ou inglês. Árabe então é mais difícil que chinês”, diz.
Caligrafia

O brasileiro explica que esse é um avanço na área chamada de “aprendizado de máquina”, ou seja, a interação de computadores com o mundo real de forma que aprendam com ele e até respondam a estímulos visuais e sonoros, por exemplo. “Hoje, um computador pode dizer a diferença [imagens] de cachorros e gatos, por exemplo.”
A tradução de imagens envolve também o conceito de “redes neurais”, que, segundo explica Good, tenta levar para os computadores a forma como os cérebros humanos processam o pensamento. “Quando você baixa o pacote de português ou russo, também baixa a forma de pensar nessas línguas”, compara.
Imagens com texto manuscrito podem ser um problema, reconhece o engenheiro. “Às vezes mesmo um humano não entende o que está escrito quando é a caligrafia de outra pessoa”, brinca Good.
Outra mudança no aplicativo foi a tradução de conversas, que está mais veloz e foi ampliada para abranger 32 línguas. As duas novidades começam a ser liberadas gradualmente tanto para o aplicativo Android quando para o iOS nas próximas semanas.


Windows 10: 12 fotos que mostram como o Windows mudou em 30 anos

Relembre as diferentes versões do sistema operacional da Microsoft; interface gráfica baseada em janelas deu origem ao nome do software.



A Microsoft foi fundada em 1975 com uma visão de futuro em que haveria um equipamento informático em cada escritório e em cada casa. Dez anos depois chegou ao mercado a primeira versão do Windows, o Windows 1 (imagem à esq.). O Windows 10 (à dir.) foi lançado em 29 de julho de 2015.

Faz 30 anos que usamos o sistema operacional Windows (ou WS), da Microsoft.

A primeira versão foi lançada em 1985, e se popularizou pela interface gráfica baseada em janelas, daí o nome do sistema.

Agora, três décadas depois e em meio ao lançamento de sua nova e esperada versão, o Windows 10, a BBC Mundo fez uma retrospectiva das diferentes facetas desse produto que marcou várias gerações de usuários e que chegou a dominar o mercado mundial de computadores.

Em 20 de novembro de 1985, dois anos após o anúncio inicial, a Microsoft lançou o Windows 1.0. Bill Gates afirmou à época: 'É um software único, desenhado para o usuário sério de computadores' (Foto: Divulgação/Microsoft)

Windows 1, 1985
Em 20 de novembro de 1985, dois anos após o anúncio inicial, a Microsoft lançou o Windows 1.0. Bill Gates afirmou à época: “É um software único, desenhado para o usuário sério de computadores".

Em 1987 a Microsoft lançou o Windows 2.0 com memória ampliada, gráficos melhores e a possibilidade de sobrepor janelas, controlar o desenho da tela e usar atalhos no teclado para acelerar o trabalho (Foto: Divulgação/Microsoft)
Windows 2, 1987
Em 1987 a Microsoft lançou o Windows 2.0 com memória ampliada, gráficos melhores e a possibilidade de sobrepor janelas, controlar o desenho da tela e usar atalhos no teclado para acelerar o trabalho.

Em 1990, o Windows começa a apresentar os traços das versões posteriores. O Windows 3.0 foi a primeira versão que teve sucesso comercial, com milhões em vendas no primeiro ano. O sistema era cada vez mais usado no trabalho e também começou a incluir jogos como Paciência e Campo Minado (Foto: Divulgação/Microsoft)
Windows 3, 1990
Em 1990, o Windows começa a apresentar os traços das versões posteriores. O Windows 3.0 foi a primeira versão que teve sucesso comercial, com milhões em vendas no primeiro ano. O sistema era cada vez mais usado no trabalho e também começou a incluir jogos como Paciência e Campo Minado.

'Windows NT representa nada menos do que uma mudança fundamental na forma como as empresas podem abordar suas demandas informáticas empresariais', afirmou Bill Gates no lançamento em 1993. As letras NT se referem à designação do produto como 'nova tecnologia' (New Technology). (Foto: Divulgação/Microsoft)

Windows NT, 1993
"Windows NT representa nada menos do que uma mudança fundamental na forma como as empresas podem abordar suas demandas informáticas empresariais", afirmou Bill Gates no lançamento em 1993. As letras NT se referem à designação do produto como 'nova tecnologia' (New Technology).

Windows 98 é a primeira versão do Windows desenhada especificamente para os consumidores. Computadores são comuns em empresas e casas, num momento em que começam a surgir os cybercafés. Windows 98 se descreve como um sistema operacional que 'trabalha melhor, joga melhor' (Foto: Divulgação/Microsoft)

Windows 98, 1998
Windows 98 é a primeira versão do Windows desenhada especificamente para os consumidores. Computadores são comuns em empresas e casas, num momento em que começam a surgir os cybercafés. Windows 98 se descreve como um sistema operacional que "trabalha melhor, joga melhor".

Windows XP tinha um aspecto e aparência redesenhado e tinha versões em 25 idiomas. Converteu-se em um dos produtos da Microsoft mais vendidos nos anos seguintes. (Foto: Divulgação/Microsoft)

Windows XP, 2001
Windows XP tinha um aspecto e aparência redesenhado e tinha versões em 25 idiomas. Converteu-se em um dos produtos da Microsoft mais vendidos nos anos seguintes.

O Windows Vista estava disponível em 35 idiomas. Incluiu melhorias na proteção de dados, motivadas pelo avanço na venda de equipamentos portáteis e novas demandas de segurança (Foto: Divulgação/Microsoft)

Windows Vista, 2006
O Windows Vista estava disponível em 35 idiomas. Incluiu melhorias na proteção de dados, motivadas pelo avanço na venda de equipamentos portáteis e novas demandas de segurança.

O Windows 7 foi lançado para uma era de conexão sem fio, quando portáteis já vendiam mais do que desktops. A versão também marcou a estreia do Windows Touch, que permite explorar a internet com telas sensíveis ao toque (Foto: Divulgação/Microsoft)
Windows 7, 2009
O Windows 7 foi lançado para uma era de conexão sem fio, quando portáteis já vendiam mais do que desktops. A versão também marcou a estreia do Windows Touch, que permite explorar a internet com telas sensíveis ao toque.

O Windows 8 é um sistema operacional renovado. Com tela inicial com mosaicos, traz uma interface totalmente nova, com funcionalidade tátil (Foto: Divulgação/Microsoft)
Windows 8, 2012
O Windows 8 é um sistema operacional renovado. Com tela inicial com mosaicos, traz uma interface totalmente nova, com funcionalidade tátil.

Em 2014, a Microsoft apresentou o Windows 10, que chegou oficialmente ao mercado em 29 de julho de 2015. É a primeira versão do Windows que busca a integração de todos os dispositivos: escritório, portáteis, smartphones e tablets (Foto: Divulgação/Microsoft)
Windows 10, 2015
Em 2014, a Microsoft apresentou o Windows 10, que chegou oficialmente ao mercado em 29 de julho de 2015. É a primeira versão do Windows que busca a integração de todos os dispositivos: escritório, portáteis, smartphones e tablets.

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