O que disseram os grandes ateus quando próximos da morte
O ser humano parece se render diante da morte em questões que em vida se ignorava, inclusive quando se trata de Deus. Talvez seja no período mais maduro de nossas vidas que nos tornamos verdadeiros com nós mesmos. Faz sentido, pois como já não temos muito tempo pela frente, qualquer tipo de interesse a longo prazo cai por terra.
A história nos mostra grandes ateus que reconheceram a Deus perto da sua morte. Inclusive alguns grandes assassinos em massa, sempre citados como os grandes percursores das filosofias ateístas da humanidade. Segue abaixo as palvras de alguns deles:
Karl Marx –
“Tenho a certeza de que perdi o céu por culpa própria. A minha alma que antes pertencia a Deus, está destinada ao inferno. Ah, a eternidade é o nosso tormento, o nosso martírio eterno”
(D. blasse Maid, Seg. ME. Vol I pag.55-57)
A empregada de Karl Marx ainda revelou:
“Era um homem temente a Deus. Quando esteve gravemente doente, rezava sozinho no seu quarto, à luz de muitas velas e punha uma espécie de fita em volta da testa”
(S.M. Rii, Karl Marx Master of Fraud, NY, 1962 p.2)
Engels – Talvez o principal divulgador do ateísmo na história.
“A vida tem que ser devolvida Àquele que morreu na cruz por todos os homens”
( Atheismus – ein weg. Pag.170)
Lênin –
“Cometi um grande erro. A sensação de viver perdido em um oceano de sangue derramado por inumeráveis vítimas, persegue-me. Mas já não podemos voltar atrás. Para salvar a Rússia tínhamos precisado de homens como são Francisco de Assis. Dez homens como ele e ter-la-íamos salvo”
( Prof. Möbius, Bildpost und Pilger)
Sinoviev – presidente da Internacional Comunista e colaborador de Lenin.
“Escuta , Israel, o Senhor nosso Deus é o único Deus”
(R. Wurmbrand, Antwort auf Moskaus Bibel. Seewis, 1984, pag.47)
Voltaire – Maior inimigo do cristianismo do Séc. XVIII, racionalista, foi chamado de anticristo por tamanho ódio ao cristianismo e á Igreja.
“Eu, o que escreve, declaro que havendo sofrido um vômito de sangue faz quatro dias, na idade de oitenta e quatro anos e não havendo podido ir a igreja, o pároco de São Suplício quis de bom grado me enviar a M. Gautier, sacerdote. Eu me confessei com ele, se Deus me perdoava, morro na santa religião católica em que nasci esperando a misericórdia divina que se dignará a perdoar todas as minhas faltas, e que se tenho escandalizado a Igreja, peço perdão a Deus e a ela.
Assinado: Voltaire, 2 de março de 1778 na casa de marqués de Villete, na presença do senhor abade Mignot, meu sobrinho e do senhor marqués de Villevielle. Meu amigo.”
(Correspondance Littérairer, Philosophique et Critique – abril 1779 pag.87-88)
Mao Tsé Tung – Grande líder comunista da china. Em 1936, adoecido gravemente, “pediu para ser batizado. Foi uma freira católica que o batizou”
(Antw.auf Mosk.Bibel – Nr.35 – Pg. 47)
“Em breve vou comparecer diante de Deus” (1971)
Hans Frank – ministro do Governo nacional-socialista alemão de Hitler, antes de ser executado.
“Aceito a morte como expiação pela grave injustiça cometida por nós. Mas espero que a misericórdia divina ainda nos possa salvar”
(Prof. Möbius . Bildpost und Pilger)
J.V. Ribbentrop – Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo nacional-socialista
“Espero poder ainda se salvo e obter misericórdia graças ao Sangue redentor de Cristo” (H. Weesling. Was seid ihr traurig)
Heinrich Heine – conhecido como o grande blasfemo e conhecido de Marx e Moses Hess
“A velha lira despedaçou-se na rocha que se chama Cristo! [...] Oh Senhor, oh Senhor, eu ajoelho-me, perdoa, perdoa-me as minhas canções”
L. Pachmann – Checo, marxista, secretário do Sindicato Central
“Durante os poucos dias que passei na prisão entre a vida e a morte, recebi de Deus a fé” ( D. Weg u.d. Wahrlheit u.d Leben, ed. Pelo Inf. Zentr. Ber.der. Kirche. Pag.11)
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